É um hall de hotel monótono, cinzento e robótico que nos conduzirá ao que talvez tenha sido um dos melhores filmes com base musical alguma vez feito.
“The Wall” leva-nos à Inglaterra oprimida dos anos 50/60 onde um Bob Geldof mais novo e menos mediático, dá vida a um jovem rapaz de nome Pink.
Conduzidos pelas músicas do álbum dos Pink Floyd, “The Wall”, e com os poucos diálogos, o realizador Alan Marshall conseguiu transmitir toda uma opressão e humilhação vividas pela população inglesa desde muito cedo.
Pink vive num quarto de hotel escuro e sujo, após ter caído na rede das drogas trazidas pela fama do rock n’ roll. A apatia e solidão que sentia , levam-no a lembranças longínquas e esquecidas, que nos retratam a sua vida desde muito novo, havendo um jogo de saltos entre o passado e o presente, o que também torna o filme apetecível.
Após a morte do pai na Segunda Guerra Mundial, passamos a seguir a sua infância nos anos 50, onde é arduamente humilhado por escrever poemas e na qual é possível ver o seu sofrimento por ter uma mãe viúva sempre protectora.
É então que o nosso protagonista cresce, se torna uma estrela de rock e cai numa depressão profunda que o leva à loucura e a alucinar que era um ditador.
Tudo isto é magicamente envolvido e representado pelas músicas dos Pink Floyd , que assentam que nem uma luva em toda a vida de Pink.
Esta magnificência cinematográfica, foi escrita por Roger Waters, o grande mentor da banda mais aclamada de todos os tempos.
Senhoras e senhores: “The Wall”.
Confira o trailer :
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